Categoria | Ponto de Cultura

NETO ARAÚJO – CAPA 1 CD

EXCLUSIVO: Neto Araújo Ex-Collo de Menina, agora fará carreira solo.

Publicado em: 16 fevereiro 2012 por Richarle Tuira

Numa conversa bastante descontraída, o blog A HORA DO FORRÓ recebeu hoje em nossa redação o cantor NETO ARAÚJO ex-Collo de Menina. Na conversa o cantor fala um pouco dos seus 12 anos de sua carreira, lembrou do inicio quando trabalhava com Adones Antonio proprietário da banda FERAS de Parealhas/RN, lá foi apresentado para a banda Cavaleiros do Forró, foi ai que Neto se revelou para o Brasil inteiro viajando com a banda. Logo em seguida Neto segue carreira com a Banda Collo de Menina.
Para Neto Araújo o ano de 2012 será um ano novo do seu novo projeto, de seu novo sonho, a sua carreira solo. Para ele a banda Collo de Menina foi a grande responsável pelo seu sucesso, onde o mesmo pôde cantar grandes sucessos.

Sobre sua saída da Banda já era planejado desde de tempo atrás, pois seu sonho sempre foi montar seu próprio projeto, seu próprio negócio. O desafio é atender um público altamente exigente, Neto nos revela que nesse projeto solo não enfretará dificuldades pois o mesmo tem coragem, vontade e principalmente fé em Deus. Neto acredita na força da parceria, tanto dos fãs como da própria mídia.

Sobre o novo CD ele revelou que vem com muito romantismo, muito arroxa e que será um CD totalmente dançante, em clima de ao vivo. O mesmo estará entrando em estúdio em fevereiro para logo depois começar a divulgar logo na segunda semana de março com sua música de trabalho.

Sobre parcerias Neto Araújo conta com o apoio do compositor Beto da cidade de Parelhas/RN, que será o responsável pela sua música de trabalho. Segundo o mesmo a música será para os corações apaixonados. Sobre o repertório dos show ele nos falou que vai agradar a gregos e troianos desde os ritmos de vaquejada, ao sertanejo universitário a galera vai curtir, será um show 100%. No final ele agradece o apoio dos fãs e da mídia.

Fonte: blog A HORA DO FORRÓ

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teclado virtual

Sabino Show o nosso Pop Star de Miguel Alves

Publicado em: 27 janeiro 2012 por Richarle Tuira

A Pedido Dos Fãs do Sabino Show, este Correspondente: Richarle Tuira, Procurou Saber um pouco da vida artística do maior compositor e cantor Pop Star Sabino Show.

Confira: a matéria exclusiva na integra diretamente de Miguel Alves-PI/ Brasil.

Com vocês, Sabino Show!

Em Primeiro lugar agradeço a Deus, pelo esse talento que Ele, nos deu. È Ele, que me inspira a fazer letra de música popular brasileira. Quero a agradecer o Richarle, que veio nos Studio do Sabino Show, fazer essa entrevista comigo.

Richarle: Como você, começou a sua carreira artística?

Sabino Show: Lembro quando eu, era menino chegava nas festas no interior eu, era chamado para participar tocando e cantando nos palcos de Show. Com essa notícia fui chamado pela Banda Santa Cecília, de nossa cidade.

Richarle: Qual foi a nota que o maestro deu para você, fazer o teste?

Sabino Show: Recebi ás notas de afinação o maestro improvisou três músicas, para eu, acompanha tocando e cantando. Quando terminou perguntei para o maestro qual a nota ele, me daria. Ele me respondeu emocionado a sua nota é 10! Você está aprovado para tocar na nossa banda. O que está faltando para me realizar esse sonho para poder compósita ás músicas que eu, crio.

Richarle: Nesta hora o que foi que o maestro falou para você?

Sabino Show: Ele, falou que iria me repassa todas as notas que faz parte da escala musical.

Richarle: Quantos instrumentos musicais você, aprendeu á tocar?

Sabino Show: Seis instrumentos; guitarra, contrabaixo, violão, acordeom, bateria, e teclado.

Richarle: Quando você, apredeu está teoria como se sentiu para compósita ás músicas?

Sabino Show: Eu me senti muito bem. O artista só compósita se souber ás notas musicais, foi aí! Que compósitei meu primeiro Cd, com dez músicas criada por mim.

Richarle: Qual foi o sucesso que você, teve com esse Cd?

Sabino Show: Cheguei a vender 500 copias do Cd, com a divulgação numa Rádio Comunitária, não pude divulgar em canais de televisão.

Richarle: Sabino Show, qual foram ás músicas que fizeram mais sucesso no Cd?

Sabino Show: Sonho de amor , e menina nova.

Richarle: Sabino Show, quantas músicas você, fez para políticos?

Sabino Show: Fiz 42 paródias, envolvendo Deputados, Prefeito, e Vereador.

Richarle: Como você, sentir hoje na carreira artística?

Sabino Show: Eu me sinto feliz é um talento que Deus, nos deu e ninguém nos tira. Cheguei á Lançar um Grupo Musical por nome Trio Dourado. Não cheguei ser divulgado nacionalmente não tive apoio financeiro.

Richarle: Sabino Show, muito obrigado por ter concedido está entrevista para o portalmiguelalves.com

A Pedido Dos Fãs do Sabino Show, este Consrrespondente: Richarle Tuira, Procurou Saber um pouco da vida artística do maior compositor e cantor Pop Star Sabino Show de Miguel Alves.

Confira: a matéria exclusiva na integra diretamente de Miguel Alves-PI/Brasil.

Com vocês, Sabino Show!

Em Primeiro lugar agradeço a Deus, pelo esse talento que Ele, nos deu. È Ele, que me inspira a fazer letra de música popular brasileira. Quero a agradecer o Richarle, que veio nos Studio do Sabino Show, fazer essa entrevista comigo.

Richarle: Como você, começou a sua carreira artística?

Sabino Show: Lembro quando eu, era menino chegava nas festas no interior eu, era chamado para participar tocando e cantando nos palcos de Show. Com essa notícia fui chamado pela Banda Santa Cecília, de nossa cidade.

Richarle: Qual foi a nota que o maestro deu para você, fazer o teste?

Sabino Show: Recebi ás notas de afinação o maestro improvisou três músicas, para eu, acompanha tocando e cantando. Quando terminou perguntei para o maestro qual a nota ele, me daria. Ele me respondeu emocionado a sua nota é 10! Você está aprovado para tocar na nossa banda. O que está faltando para me realizar esse sonho para poder compósita ás músicas que eu, crio.

Richarle: Nesta hora o que foi que o maestro falou para você?

Sabino Show: Ele, falou que iria me repassa todas as notas que faz parte da escala musical.

Richarle: Quantos instrumentos musicais você, aprendeu á tocar?

Sabino Show: Seis instrumentos; guitarra, contrabaixo, violão, acordeom, bateria, e teclado.

Richarle: Quando você está teoria como se sentiu para compósita ás músicas?

Sabino Show: Eu me senti muito bem. O artista só compósita se souber ás notas musicais, foi aí! Que compósitei meu primeiro Cd, com dez músicas criada por mim.

Richarle: Qual foi o sucesso que você, teve com esse Cd?

Sabino Show: Cheguei a vender 500 copias do Cd, com a divulgação numa Rádio Comunitária, não pude divulgar em canais de televisão.

Richarle: Sabino Show, qual foram ás músicas que fizeram mais sucesso no Cd?

Sabino Show: Sonho de amor , e menina nova.

Richarle: Sabino Show, quantas músicas você, fez para políticos?

Sabino Show: Fiz 42 músicas, envolvendo Deputados, Prefeito, e Vereador.

Richarle: Como você, sentir hoje na carreira artística?

Sabino Show: Eu me sinto feliz é um talento que Deus, nos deu e ninguém nos tira. Cheguei á Lançar um Grupo Musical por nome Trio Dourado. Só cheguei ser divulgado nacionalmente não tive apoio financeiro.

Richarle Tuira: Sabino Show, muito obrigado por ter concedido está entrevista para o portalmiguelalves.com


Contato para Show cel: ( 86) 9969-6184

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Renilson Poeta Miguelalvense

Renilson Bispo Dos Santos e Caminhos Poeticos

Publicado em: 26 janeiro 2012 por Richarle Tuira

Renilson Bispo
Miguel Alves/PI – Brasil, 29 anos
Perfil
Renilson Bispo dos Santos. Poeta, Escritor e Professor. Nasceu no povoado Centro do Designo, Municipio de Miguel Alves – PI. É professor das Redes Estadual e Municipal de Ensino de Miguel Alves. Universitário dos Cursos de Teologia e Pedagogia. Publicou Caminhos Poéticos (jul/2008). Atualmente reside na cidade de Lagoa Alegre-PI.
O jovem escritor Renilson Bispo dos Santos, natural de Miguel Alves-PI. E hoje lagoalegrense por meio do titulo de cidadania conferido a ele pele a Câmara Municipal de Lagoa Alegre, no dia 19-12-2009.
O professor Renilson publicou Caminhos Poéticos em 2008, com lançamento no auditório da camara municipal de Lagoa Alegre-PI, em 26-07-2008, na ocasião, cerimônia recebeu o reconhecimento literário de autoridades que estiveram presentes, alem de elogios e aplausos de professores, estudantes e simpatizantes da poesia, seu estilo literário.
Renilson já recebeu convites para ingressar, ocupar cadeira na academia da região de sete cidades
Hoje membro da União Brasileira de Escritores- UBE-BRASIL.
Hoje membro da camara Brasileira Jovens Escritores, com publicações na mesma e foi eleito entre os cem melhores poetas do Brasil para a 55ª coletânea de poetas do Brasil pela mesma em 2009.
Tem publicações no Recanto das Letras, onde é um dos poetas mais lidos.
Já foi homenageado em varias escolas não só em Lagoa Alegre, mais em outros municípios União, Miguel Alves.
Renilson prepara-se para lançar seu próximo livro intitulado: Sonhos que Sonhei Que traz uma coletânea de poesia organizada por tema, Por isso o livro é divido em quartos partes EU LIRICO, REFLEXAO, CONCEIÇAO E SOCIEDADE. Área, a fim de facilitar a leitura.
O livro é apresentado pelo o escritor Jose Joaquim de Sousa
Renilson, escritor, jovem simples e sempre com passos importantes e ajudando a construir uma sociedade culta e literária baseada sempre em Sonhos que sonhou.
Fonte: Portal 45 graus Oziel Sousa Porto-PI

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Igreja São Miguel Arcajo

Templo de São Miguel Arcanjo de Miguel Alves

Publicado em: 23 janeiro 2012 por Richarle Tuira


O templo de São Miguel Arcanjo,
foi fundado em 20 dezembro de 1941
Completa 70 anos de Evangelização
em 20 de dezembro de 2011.
A comunidade e o padre Delcimar,
tiveram a idéia de fazer a festa
de aniversário desse templo.
Meu glorioso São Miguel Arcanjo,
seu templo aniversária, todos aqui
presente festejam com alegria,
setenta anos se passaram é linda a
recepção o bolo muito bem feito
mais em forma de oração.
A cada fatia dada tem mesmo
sabor de mel é ingrediente divino,
porém mandado do céu, meu santinho
padroeiro abençoe todo
esse povo daqui a setenta anos.
Poderá ter aniversário de novo.
Autor: Raimundo Nonato Viana
Miguel Alves (PI), 04 de dezembro de 2011.

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Foto da Igreja 2011

Igreja Matriz de São Miguel Arcanjo em dois momentos diferentes

Publicado em: 17 janeiro 2012 por Richarle Tuira


* O primeiro padre de Miguel Alves foi o Vigário alemão Francisco Gorres, sendo que terminou a construção da Igreja Matriz de São Miguel e mandou fazer uma belíssima torre de bronze, a única do Piauí.
Igreja Matriz de São Miguel Arcanjo
* Foi o Padre pernambucano Paulo Fábio Pimentel que chegou em Miguel Alves em julho de 1975 quem mandou construir o Salão Paroquial onde passaram a acontecer as reuniões e encontros e também criou os grupos de casais e de jovens.
* O povo da cidade ainda hoje entre os mais velhos conta que existia nos fundos da Igreja Matriz de São Miguel uma árvore chamada

pau-d’arco-amarelo e que na época da floração, ele, por se encontrar num lugar privilegiado, representava uma das inesquecíveis belezas de nossa terra. E um dia, o prefeito que administrava a cidade na época, mandou cortá-la e muitos juravam que na hora ouviram a mesma gemendo e chorando.
Fonte:Colonista Social Nilo Araújo

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Domingues-Fonseca-189×300

O mais importante dos poetas do Brasil Domingos Martins Fonseca

Publicado em: 10 janeiro 2012 por Richarle Tuira

* A maior curva do Rio Parnaíba situa-se na cidade de Miguel Alves.

* O mais importante dos poetas populares do Brasil, Domingos Martins Fonseca, nasceu no lugarejo Santa Luzia no Município de Miguel Alves.

Domingos Martins da Fonseca nasceu a 12 de junho de 1913, no distrito de Santa Luzia, município Miguel Alves, Piauí, onde fez o curso primário. Poeta, violeiro e repentista.
Falecido a 28 de abril de 1958, em Fortaleza, Ceará.
Aos 10 anos de idade já cantava e improvisava.
Poeta popular de renome, considerado o maior repentista do Piauí e maior cantador lírico, ao som da viola. Foi cognominado o “armazém do improviso”.
Viajou pelo Brasil fazendo campanha em favor da valorização da profissão do violeiro, notadamente Recife, os Estados do Nordeste todo e São Paulo.
Tomou parte no Congresso de Cantadores em Recife, Pernambuco, realizado no Teatro Santa Isabel, batendo-se brilhantemente com o pernambucano Dimas Batista Patriota, na noite de 5 de outubro de 1948. Os dois aplaudidos de pé, pela assistência, classificados na auréola do empate.
Pioneiro da fundação da Associação dos Cantadores do Nordeste.
Publicou “Poemas e Canções”, Bahia, 1956, com distribuição em benefício da Associação dos Cantadores do Nordeste.
Dizia Domingos Fonseca: “Pensam que eu canto contente, eu canto dores”.
Domingos Fonseca faleceu no mais completo estado de miséria: o corpo coberto de chagas, proveniente de uma doença denominada Fremon, nome popular.

O violeiro Domingos da Fonseca também foi objeto de estudo numa famosa universidade francesa, em razão, evidentemente, da expressividade que representou sua obra no campo do repente.

Fonte: “O Dossiê do Fonseca”, de Carlos Alberto Barreto, Teresina, Piauí, 1991. E professor Orlando Torres Filho

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Pessoas-lendo1

Vamos resgatar o hábito de ler

Publicado em: 04 janeiro 2012 por Richarle Tuira

Não será por falta de livros! Tem para todos os gostos.
Vamos divulgar.

1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4. Dom Casmurro -Machado de Assis
5. Cancioneiro -Fernando Pessoa
6. Romeu e Julieta -William Shakespeare
7. A Cartomante -Machado de Assis
8. Mensagem -Fernando Pessoa
9. A Carteira -Machado de Assis
10. A Megera Domada -William Shakespeare
11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14. Dom Casmurro -Machado de Assis
15.. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18. A Carta -Pero Vaz de Caminha
19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20. Macbeth -William Shakespeare
21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22. A Tempestade -William Shakespeare
23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32. A Mão e a Luva -Machado de Assis
33. Arte Poética -Aristóteles
34. Conto de Inverno -William Shakespeare
35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38. A Metamorfose -Franz Kafka
39. A Cartomante -Machado de Assis
40. Rei Lear -William Shakespeare
41. A Causa Secreta -Machado de Assis
42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44. Júlio César -William Shakespeare
45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47. Cancioneiro -Fernando Pessoa
48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49. A Ela -Machado de Assis
50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51. Dom Casmurro -Machado de Assis
52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54. Adão e Eva -Machado de Assis
55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56. A Chinela Turca -Machado de Assis
57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60. Iracema -José de Alencar
61. A Mão e a Luva -Machado de Assis
62. Ricardo III -William Shakespeare
63. O Alienista -Machado de Assis
64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66. A Carteira -Machado de Assis
67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68. Senhora -José de Alencar
69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72. Sonetos -Luís Vaz de Camões
73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75. Iracema -José de Alencar
76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78. O Guarani -José de Alencar
79. A Mulher de Preto -Machado de Assis
80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82. A Pianista -Machado de Assis
83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85. A Herança -Machado de Assis
86. A chave -Machado de Assis
87. Eu -Augusto dos Anjos
88. As Primaveras -Casimiro de Abreu
89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91. Quincas Borba -Machado de Assis
92. A Segunda Vida -Machado de Assis
93. Os Sertões -Euclides da Cunha
94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95. O Alienista -Machado de Assis
96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97. Medida Por Medida -William Shakespeare
98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99. A Alma do Lázaro -José de Alencar
100. A Vida Eterna -Machado de Assis
101. A Causa Secreta -Machado de Assis
102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103. Divina Comedia -Dante Alighieri
104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105. Coriolano -William Shakespeare
106. Astúcias de Marido -Machado de Assis
107. Senhora -José de Alencar
108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111. A ‘Não-me-toques’ ! -Artur Azevedo
112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113. Obras Seletas -Rui Barbosa
114. A Mão e a Luva -Machado de Assis
115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116. Aurora sem Dia -Machado de Assis
117. Édipo-Rei -Sófocles
118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121. Tito Andrônico -William Shakespeare
122. Adão e Eva -Machado de Assis
123. Os Sertões -Euclides da Cunha
124. Esaú e Jacó -Machado de Assis
125. Don Quixote -Miguel de Cervantes
126. Camões -Joaquim Nabuco
127. Antes que Cases -Machado de Assis
128. A melhor das noivas -Machado de Assis
129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132. Helena -Machado de Assis
133. Contos -José Maria Eça de Queirós
134. A Sereníssima República -Machado de Assis
135. Iliada -Homero
136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142. A Carne -Júlio Ribeiro
143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144. Don Quijote -Miguel de Cervantes
145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146. A Semana -Machado de Assis
147. A viúva Sobral -Machado de Assis
148. A Princesa de Babilônia -Voltaire
149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151. Papéis Avulsos -Machado de Assis
152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153. Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós
154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160. Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162. Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. Odisséia -Homero
164. Quincas Borba -Machado de Assis
165. A Mulher de Preto -Machado de Assis
166. Balas de Estalo -Machado de Assis
167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172. Cinco Minutos -José de Alencar
173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174. Lucíola -José de Alencar
175. A Parasita Azul -Machado de Assis
176. A Viuvinha -José de Alencar
177. Utopia -Thomas Morus
178. Missa do Galo -Machado de Assis
179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181. Hamlet -William Shakespeare
182. A Ama-Seca -Artur Azevedo
183. O Espelho -Machado de Assis
184. Helena -Machado de Assis
185. As Academias de Sião -Machado de Assis
186. A Carne -Júlio Ribeiro
187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189. Antes da Missa -Machado de Assis
190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191. A Carta -Pero Vaz de Caminha
192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193. A mulher Pálida -Machado de Assis
194. Americanas -Machado de Assis
195. Cândido -Voltaire
196. Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198. Conto de Escola -Machado de Assis
199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200. Iluminuras -Arthur Rimbaud
201. Schopenhauer -Thomas Mann
202. Carolina -Casimiro de Abreu
203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205. Memorial de Aires -Machado de Assis
206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207. A última receita -Machado de Assis
208. 7 Canções -Salomão Rovedo
209. Antologia -Antero de Quental
210. O Alienista -Machado de Assis
211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212. Alma Inquieta -Olavo Bilac
213. A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214. A Semana -Machado de Assis
215. Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216. A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217. Esaú e Jacó -Machado de Assis
218. Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219. História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220. A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221. Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222. Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223. Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224. A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225. Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226. As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227. O LIVRO D’ELE -Florbela Espanca
228. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230. Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231. A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232. Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234. A Bela Madame Vargas -João do Rio
235. Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236. Cinco Mulheres -Machado de Assis
237. A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238. O Cortiço -Aluísio Azevedo
239. RELIQUIAE -Florbela Espanca
240. Minha formação -Joaquim Nabuco
241. A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242. Auto da Alma -Gil Vicente
243. 345 -Artur Azevedo
244. O Dicionário -Machado de Assis
245. Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246.. A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247. AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248. Cinco minutos -José de Alencar
249. Lucíola -José de Alencar
250. Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251. A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252. A Alegria da Revolução -Ken Knab
253. O Ateneu -Raul Pompéia
254. O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255. Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256. A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257. Noite de Almirante -Machado de Assis
258. O Sertanejo -José de Alencar
259. A Conquista -Coelho Neto
260. Casa Velha -Machado de Assis
261. O Enfermeiro -Machado de Assis
262. O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263. Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264. A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265. Poemas -Safo
266. A Viuvinha -José de Alencar
267. Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268. Contos para Velhos -Olavo Bilac
269. Ulysses -James Joyce
270. 13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271. Cícero -Plutarco
272. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273. Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274. As Religiões no Rio -João do Rio
275. Várias Histórias -Machado de Assis
276. A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277. Bons Dias -Machado de Assis
278. O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279. A Capital Federal -Artur Azevedo
280. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281. As Forças Caudinas -Machado de Assis
282. Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283. Balas de Estalo -Machado de Assis
284. AS VIAGENS -Olavo Bilac
285. Antigonas -Sofócles
286. A Dívida -Artur Azevedo
287. Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288. Uns Braços -Machado de Assis
289. Ubirajara -José de Alencar
290. Poética -Aristóteles
291. Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292. A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293. Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295. Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296. Via-Láctea -Olavo Bilac
297. O Mulato -Aluísio de Azevedo
298. O Primo Basílio – José Maria Eça de Queirós
299. Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300. A Pata da Gazela -José de Alencar
301. BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302. Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves
303.. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304. O que é o Casamento? -José de Alencar
305. A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht
… BOAS LEITURAS

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

·Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais…

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conheidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação.

Fonte:
AEFAPI – ASSOCIAÇÃO REGIONAL DAS ESCOLAS FAMÍLIA AGRÍCOLA DO PIAUÍ
Av. Frei Serafim, 3200 – Ed. Paulo VI – Sala 10 – Centro – Teresina – Piauí / CEP: 64.001-020
Fone/fax: (86)3222-0055 * MSN: aefapi@hotmail.com * Skype: AEFAPI

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Casarão

A história do Casarão do Olho d`Àgua dos Azevedo

Publicado em: 22 dezembro 2011 por Richarle Tuira

Foto: Zé Dimar

Casarão

Olho- d´água  dos Azevedo, antiga fazenda localizada no norte do Piauí município de Miguel Alves, a 147 km da Capital. Data Tamadúa.

Sua imensa extensão territorial, medindo 6.600 hectares aproximadamente, circula todo perímetro daquela velha fazenda.

O recurso econômico que mantém a produção constante do citado recanto se distribui em: babaçu, tucum, jaborandi, milho, arroz, feijão, mandioca, cera de carnaúba, algodão, mamona, cana – de – açúcar e a grande quantidade de madeira de lei que se espalha por toda sua extensão , incluindo ainda dentro da gleba matas virgens que não chegaram a ser exploradas pelo homem, por se encontrar grande parte de madeira de lei consevada por seus proprietários, não querendo devastar  por enquanto esta espécie de produção.

Sua principal renda mensal, o babaçu, se estende por toda dimensão territorial. Espécies de madeira de lei paus-d´arco, taipoca , caripina , aroeira, cedro. em grande parte , sapucarana , umburana ,unha- de- gato e outras. As serras verdes que emolduram a fazenda , o babaçual que se descortina mata a fora as carnaúbas se evidenciando nas margens das estradas , ventos que assoviam murmurando segredo, o sol forte que resseca os matagais, o riacho perenee sua nascente dentro do buritizal, razão por que sua corrente d´´agua é multicolor, limpa , ora escura , variando os matizes do amarelo e alaranjado, tudo constitui beleza.

Em época de floração do ipê é importante ver o enfeite das matas com a coloração lilás e amarelo, dando uma conotação diferente e bela ao lugar.

As ladeiras dos arredores são cortadas por punho de caboclo com a remunerção e determinação de meu pai, sem o auxílio de pessoal técnico para orientá-lo.

Os sítios Capoeiras, Minador Anajazinho , Jaborandi e o que circula nossa casa foram construídos por meus pais, que adoravam plantar , sitiar, era um trabalho de imenso interesse e realização dos dois. Nos sítios há tipos variados de frutas como caju , manga de diversas espécies, banana, coco da praia, ata, açaí, jaca, jenipapo. guabiraba . abacaxi , pequi, mamão, tamarinho, pitomba, siriguela, cajá – umbu e comum, goiaba, buriti e cítricas em geral.

A fazenda é muito acidentada por todos os lados ladeiras morros e boqueirões, mais um lugar pantanoso, coincidindo a maioria de sua extensão ser repleta de babaçual, razão por que se conserva a umidade constante quase em sua totalidade.

No cume do monte se encontra o Casarão, construindo sobre um morro cortado pela escravatura, e na subida há crateras formadas pela erosão. Seu estilo nem gótico , nem jônico , nem barroco, nem colinial, é idefinido sem nenhuma influência da atualidade, rútico em todo seu aspecto, retrata as torturas da escravidão. Desconhecida a data da sua construção. Teto em carnaúbas roliças e ripas de madeiras com a dimensão de 6 centimetros, material conduzido em ombro de escravos, indo recebê-los no Mararanhão. A confecção de telhas, adobes e alvenarias foi realizada na feitoria do próprio dono , em frente ao local, nas margens do riacho. Lá os negros especializados em trabalho de olaria faziam o material para a edifacação.  A parede do fundo e a lateral esquerda são feitas de pedras feito face, ou pedras aparelhadas sem auxílio de cimento que na época não havia, pois a massa que as ligava recibia um preparo suficiente para o reajuste das mesmas, formada por oléo de momona e barro amassado por pés de escravos.  A refirida parede do fundo mede 6 metros de altura por 18 de largur, o Casarão tem 25 metros de comprimento.  A parede lateral direita é feita de adobes confeccionados de pisçara e barro com oléo de momona para dar forte consistência na massa do material da obra imensa.

Esta fortaleza gigantesca foi construída para resistir aos pisquetes constantes naqueles tempos que já vão longe. AS balas não conseguiam ultrapassar a parede, voltando para onde vinham os ataques , protegendo, desta maneira, seus moradores.

As calçadas circulando o Casarão eram de pedras feito face e em desalinho, mas tio José reconstruiu revestido-as de masa de cimento para melhor proteção e segurança . As paredes lateral direita e de  as dentros, que fazem a divisão das dependências, são todas de adobes. Os peitoris têm 40 centimentos de largura, aproxidamente. Suas escadas em número de três, estão assim localizadas: a escada da frente tem doze degraus, localiza-se do terreiro para o andar terréo ou varanda de  baixo, como é chamada , larga e espeçosa ,seus degraus possuem 50 centimentros de altura por 2 metros de cumprimetro, todarevestida de cimento. A segunda, de madeira tosca e empinada , fica na mesma direção desta, liga o corrimão que acompanha todo o seu tamanho ainda se encontra firme e sem perigo de desequilíbrio, apesar dos anos. A terceira do lado direito do Casarão , a mais perpendicular, posui treze degraus e liga o o terceiro de  lado á imensa varanda da direita do primeiro andar. O andar de térreo é um grande alpendre, correspondendo á frente do casarão,cercado pr grades de madeira na altura de 1 metro . Piso rústico, barro socado desjeitado, a cozinha também, mais tem que ficar assim mesmo para consevação de estrutura antiga da obra. O muro velho que liga a esqueda do casarão tem 8 metros de largura e 4 metros de altura. As calçaldas são de dois e três degraus aliás , ada lateral direita , virando a esquina, até os degraus da calçada da frente, seguindo para o outro lado, tomando a frente, dop casarão, tem a altura do primeiro  degrau, 1 metro e 50 centímetros, e o segundo  e terceiro degraus tem cinquenta centímetros de um para o outro.

A parede de pedra aparelhada, que forma o peitoril da cozinha , lateral esquerda, como como disse, tem 40 centímetros de largura, portas de 1 metro e 20 centímetros de largura e 2 metros e 30 centímetros de altura, forras ou portais, 28 centimentros. As portas são quase todas de uma só folha , há algumas que se fecham por duas folhas. O armário embutido, de 1 metro e 50 centimetros de largura e 2,30 centímetros de comprimentos, tem seis degraus dentro. A mesa de uma só tábua mede 1 metro e 30 centímetro de comprimento e 80 centímetros de largura. As dependências da casa são nove quartos. cinco varandas e uma cozinha, que toma a maioria da lateral esquerda e um alpendre. Os caixões grandes de depósitos de farinha, são ainda hoje conservados em seus lugares. O quarto fundo do centro da casa era lugar de prissão dos negros, só possuá uma porta ,razão por que era escuro demais, hoje há mais uma porta que meu avô abriu, por não haver mais escravidão. O estrado grande, medindo 2 metros de largura por 2 metros e 50 centímetro, local em que as mucamas executavam os trabalhos a mão, o labirinto, croché, bordados, rendas, bicos de almofadas, feitos com bilros e o trabalho de fuso, tudo para sinhazinhas brancas donas das escravas, não existe mais. A cozinha e o banheiro era ligados á senzala. Do lado esquerdo ainda hoje existe há ruínas dela, realizados os trabalhos de mandioca, ou seja farinhada, moagens e outros. Existia também em frente do Casarão um gigantesco juazeiro onde eram abatidos os gados. Em frente ao morro ou da casa, houve uns grandes pés de estopeira, para os trabalhos de carpiteiros e os carros de bois que serviam á fazenda em seus trabalhos de viagens. As matalotagens eram feitas somente para o consumo da casa, vaca gorda mantida no estaleiro para surprir as necissidades contínuas dos trabalhos da fazenda.
O curral antigo foi diminuído reformado. Derribam -se no lado direito do Casarão dois mourões velhos que faziam canto no cercado da casa do engenho, local de trabalho dos escravos. No pé do muro velho, pelo lado de dentro, ainda hoje existe um antigo pé de laranja talvez plantado por escravos ou antigos donos. O piso do Casarão, nas varandas e quarto é de tijolos, alvenaria de tamanho imenso. Não há na casa uma sequer inscrição que possa identificar a data de sua construção, por isso é considerada por todos que conhecem como talvez a mais antiga do Piauí.

Sobre a autora:

Maria Francisca Azevêndo -Professora, fucionária da Secretaria do Serviço Social do Comercio - SESC; Superintendência do Desevolvimento do Nordeste - SUDENE e Tribunal de Contas do Estado. Mesmbro do Instituto  Gerealógico – Heráldico do Piauí. Membro da U.E.B. União dos Escritores do Brasil seção do Piauí.

NOTA EXPLICATIVA

A cultura piauiense, apesar de interlecluais e esfoçados pesquisadores, neste aspectos ainda se encontra lentamente explorada;

praticamente somos testemunhos do quanto ainda precisamos fazer no setor público quer no privado, no sentido de se aperfeiçoar nossos instrumentos de trabalhos criativos.

Há vários pesquisadores e historiadres que já publicaram em seus livros trabalhos de intrelectualidade perfeita sobre método de pesquisa História Regional, mostrado -se bastante conscientede seu papel de urgente conscietização da nossa missão no trabalho cultural brasileiro.

Valorizar o estudo das comunidades brasileiras é um processo sociológico e históricos regional, e vem sendo interesse e preocupação para os nossos escritores piauienses a exemplo dos professores Aritmathéa Tito Filho, Josias Clarense Carneiro da Silva, Edison Gayoso Castelo Branco Barbosa , Odilor Nunes,  Mosenhor Joquim Chaves, Pe. Clúdio Melo e outros, que , como profundo s pesquisadores, se debruçam sobre estes esfosços, procurando apresentar em nossos dias os antepassados a através de pesquisas minuciosas como conhecimento cultural histórico do nosso Estado, dando continuidade, alargando a transmissão de conhecimentos do nosso passado. As fazendas que ainda posuem mansões , como patrimônio histórico do nosso Estado , estão sendo esquicidas, sem pelo menos comentários alusivos.

E é dentro deste contexto que me proponho a judá-los apresentando á sociedade piauiense minha obra Casarão, reminiscência que trata a história de uma família num recanto do Piauí, desde a escravatura até nossos dias. Passagens de suas vivencias, costumes comportamento social e recurso econômico como sutentáculo do processo de continuidade de geração da família Azevedo, dentro de um município de nosso berço Piauí, e como pesquisas em outros Estados, como ilustrção deste trabalho.

O Estado do Piauí é um dos Estados da Federação que ainda necessita de exploração e revelação e de seus acontecimentos, por se encontrarem poucos pesquisadres, daí vem a carência de historiadores para revitalizar , crescer e dar ênfase á jovem geração a concientização do crescimento necessário da história de nosso Estado.

A autora: Maria Francisca Azevêdo

Fonte: Livro do Casarão do Olho D´água dos Azevedo
Teresina-PI, 1986.
Os textos foram extraídos das páginas 02, 09, 18, 19, 20.

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A importância da água

Publicado em: 12 dezembro 2011 por Richarle Tuira

Todos nós sabemos: sem água não dá para se viver! Mas será que estamos usando a água de maneira correta?
A água é um elemento indispensável na vida dos seres vivos usamos para: beber, tomar banho, para cozinhar, etc.
Daqui a alguns anos, se não preservarmos o meio ambiente não vamos mais ter água no planeta.
Temos que fazer campanhas educativas, para não poluir os rios, temos que cuidar deles com respeito preservando às nascentes, isso é, o mais importante para a humanidade e todos os seres vivos:  Sem água não há vida.

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A banda de música Santa Cecilia

Banda Santa Cecília de Miguel Alves

Publicado em: 30 novembro 2011 por Richarle Tuira


A História da Banda Santa Cecília
A Santa Cecília, era uma protetora dos músicos, por ter uma voz maravilhosa, ela foi, proibida pelos pagões, teve o seu pecoço degolador por isso teve a honra de ser homenageada como santa protetora dos músicos.
A banda de música da prefeitura municípal, surgiu em 1936, em Miguel Alves. Ela sempre se apresenta em festejos, em datas comemorativas, como aniversário da cidade.
A tradição da banda de música, é passada de pais, para filhos, já se passaram varios anos, a mesma tocada ainda existe até hoje.
Parabéns todos os músicos da banda Santa Cecília, pela a existencia.

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