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Homenagem do portal a Steve Jobs

Homenagem do portal a Steve Jobs

Publicado em: 06 outubro 2011 por Francisco Antonio

A essa altura, todo o mundo (literalmente) já deve estar sabendo da morte do fundador da Apple, Steve Jobs, que aconteceu na noite de quarta-feira (5). Porém, além dos badalados assuntos que estão correndo a internet neste momento, existem muitas curiosidades sobre Jobs que muita gente talvez não saiba.

Steve Jobs sorrindo (Foto: Reprodução)
Steve Jobs sorrindo (Foto: Reprodução)

Em forma de homenagem e para ajudar os fãs a conhecerem um pouco mais sobre o seu eterno ídolo – suas manias, história, preferências e hábitos – o TechTudo criou um lista de 10 curiosidades sobre Steve Jobs. Confira abaixo:

1- Steve Jobs era “Zen Budista”

Steve Jobs em pose de prece (Foto: Reprodução)
Steve Jobs em pose de prece (Foto: Reprodução)

Quando jovem, Steve Jobs converteu-se ao Budismo e chegou a pensar em se dedicar totalmente à filosofia, abrindo mão dos negócios e vivendo como monge em um monastério do Japão. Para a felicidade de todos nós, Jobs foi dissuadido da ideia e retornou aos Estados Unidos, onde deu sequência ao seu trabalho como empresário e gênio.

2 – Em seu guarda-roupas, Jobs tinha mais de 100 modelos de calças jeans azuis

Roupa clássica de Steve Jobs (Foto: Arte/TechTudo)
Roupa clássica de Steve Jobs (Foto: Arte/TechTudo)

Apesar de muitos brincarem com o fato de Jobs só possuir um conjunto de roupas – a famosa camisa preta e a calça jeans azul da Levis – o empresário, na verdade, tinha uma guarda-roupa bem recheado, ainda que de peças iguais.

Logo do Pages (Foto: Reprodução)
Logo do Pages (Foto: Reprodução)

3 – Caligrafia era uma das paixões de Steve Jobs

Como havia largado a faculdade que cursava, Steve Jobs decidiu assistir a aulas de caligrafia que eram oferecidas pela universidade. Na época, eram espalhados posters e etiquetas por todo o campus escritos com uma bela caligrafia. Steve aprendeu sobre fontes com serifa e sem serifa, e sobre como variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras.

Mesmo que aparentemente nada disso tivesse muita utilidade, Jobs aplicou o conhecimento adquirido nas aulas ao criar oprimeiro computador Macintosh. Esse foi o primeiro computador com uma tipografia bonita, fontes múltiplas e proporcionalmente espaçadas. Provavelmente, se Steve Jobs nunca tivesse frequentado essas aulas, nenhum computador teria uma tipografia maravilhosa como hoje.

4 – Jobs foi deixado para adoção por sua mãe biológica

Filho biológico dos então estudantes universitários Joanne Simpson e Abdulfattah Jandali, Jobs foi entregue para adoção ao já falecido casal Paul e Clara Jobs, que assumiu o compromisso de enviá-lo à universidade. A promessa chegou a ser cumprida, mas Steve resolveu largar a Universidade de Reed após 6 meses.

5 – Em sua visita à Índia, Steve Jobs experimentou LSD

Logo da Apple de 1976 a 1998 (Foto: Divulgação)
Logo da Apple de 1976 a 1998 (Foto: Divulgação)

A viagem à Índia parece ter mexido mesmo com Steve Jobs. Além de ter se dedicado ao Budismo, o fundador da Apple também aproveitou a ocasião para experimentar o LSD, uma substância altamente alucinógena. Jobs parece ter gostado da experiência e chegou a afirmar sobre os psicodélicos: “uma das duas ou três coisas mais importantes que eu já fiz em minha vida.”

6 – Steve Jobs trabalhou na Atari em 1974

Atari Super Breakout (Foto: Reprodução)
Atari Super Breakout (Foto: Reprodução)

Em 1974, Steve Jobs começou a trabalhar na Atari com o objetivo de juntar dinheiro para fazer seu retiro espiritual na Índia. Ao voltar de sua viagem, Jobs retornou ao seu emprego na produtora de games e ajudou a desenvolver o jogo Breakout.

7 – O salário oficial de Steve Jobs era um dos mais baixos do mundo

Apesar do sálario de Steve Jobs na Apple ser de apenas US$1 por ano, ele possui 5,5 milhões de ações, que valem cerca de 1,8 bilhões de dólares, cada. Mesmo assim, ele está no Livro dos Recordes como o CEO que tem o salário mais baixo do mundo.

8 – Steve Jobs não gostava de dar dinheiro para caridade

Steve Jobs nunca foi muito fã de doações para caridade – talvez para compensar o seu “baixo salário”. Porém, quando assumiu o cargo de CEO da Apple, Jobs parou de vez com todos os programas filantrópicos, sob a alegação de que deveriam esperar até a empresa se tornar lucrativa.

Mais tarde, porém, essa mostrou-se ser apenas uma desculpa para não fazer doações, já que a Apple tornou-se uma das empresas mais valiosas do mundo e “caridade” continuou sendo um assunto não muito interessante.

Steve Jobs com orelha de Mickey (Foto: Reprodução)
Steve Jobs com orelha de Mickey (Foto: Reprodução)

9 – Com 7% das ações, Steve Jobs é o maior acionista da Disney

Jobs hoje é o maior acionista da Disney, com 7% das ações da empresa  em sua propriedade.
Em 1986, ele comprou a The Graphics Group por 5 milhões de dólares, mudou seu nome para Pixar, e deu mais 5 milhões de dólares para que a empresa fizesse experiências com animação.

Em 1995, a recém comprada empresa obteve grande sucesso com o filme Toy Story, produzido em parceria com a Disney. 11 anos depois, a Disney comprou a Pixar por 7,4 bilhões de dólares e Jobs passou a ser o maior acionista individual da empresa.

10 – A Mercedes SL 55 AMG de Steve Jobs andava sem placa há mais de 2 anos

Mercedes Benz de Steve Jobs estacionada... sem placa! (Foto: Reprodução)
Mercedes Benz de Steve Jobs estacionada… sem placa! (Foto: Reprodução)

Talvez este seja um dos fatos mais curiosos dessa lista. Por algum motivo desconhecido, Steve Jobs simplesmente não gostava da placa do seu carro. Devido a essa quase implicância, ele costuma ser visto frequentemente em sua Mercedes Benz SL 55 AMG sem as placas dianteira e traseira – aparentemente,  a multa de $250 cobrada na Califórnia por esse tipo de infração parecia não incomodar muito o empresário.

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Ministro prevê ‘Natal do tablet’ e promete produto mais barato

Ministro prevê ‘Natal do tablet’ e promete produto mais barato

Publicado em: 21 agosto 2011 por Francisco Antonio

A partir de setembro, devem chegar ao mercado brasileiro os primeiros tablets já fabricados no país, com 20% de componentes nacionais, e mais baratos do que os encontrados à venda atualmente. A previsão é do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, um dos responsáveis no governo pela inclusão da indústria do tablet no Processo Produtivo Básico e na Lei do Bem (Lei nº 11.196), que reduz a zero as alíquotas pagas para o Programa de Integração Social e para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins).
Mercadante calcula que os tablets poderão custar até 40% menos se os descontos dados pelo governo federal e por alguns estados para incentivar a produção local chegarem ao consumidor. “No Natal vai ter muito tablet barato e em todas as opções para o consumidor. Acho que nós vamos ter um belo momento na indústria da computação no país”, disse Mercadante, logo após conceder entrevista ao programa de rádio Bom Dia, Ministro, produzido pela EBC Serviços em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.
Nove empresas já se inscreveram para produzir tablets no Brasil com incentivo fiscal (Samsung, Positivo, Motorola, Envision, AIOX, Semp Toshiba, LG, MXT e Sanmina-SCI) e outras seis estão com pedido em análise técnica (Itautec, Foxconn, Teikon Tecnologia, Compalead, Ilha Service e Leadership).
Segundo o ministro, o Brasil é o sétimo mercado para computadores e pode ser ainda mais atraente com a inclusão digital na educação.
“Queremos levar [o tablet] para a escola pública e fazer como outros países já estão fazendo. Taiwan já acabou com o livro didático, só tem livro na biblioteca. O aluno lê toda a bibliografia por meio do tablet que também é um caderno eletrônico. A Coreia, em dois anos, não terá livro didático. É o próximo passo do nosso projeto”, disse Mercadante que esta semana esteve no Uruguai onde todos os alunos da rede pública têm um micro-computador portátil e todas as escolas têm acesso à internet.
Após a transmissão do programa de rádio, Mercadante seguiu para o Quartel General do Exército para a abertura da 1ª Jornada de Trabalho de Defesa Cibernética. Segundo o ministro, a internet é estratégica porque já concentra um terço da movimentação financeira (depósitos e pagamentos). Além disso, os sistemas de energia, de controle de trânsito e de tráfego aéreo, por exemplo, têm interface na rede. Para ele, “o Brasil precisa melhorar a sua capacidade de defesa e está desenvolvendo tecnologia” contra ataques como os ocorridos em junho nos sites do governo federal e da Universidade de Brasília (UnB).
“Todos os crimes que existem dentro da sociedade, existem na internet. Os crackers são especializados nesse tipo de ataque”, disse o ministro que tem interesse em se aproximar dos hackers. “Os hackers são os grafiteiros, os crackers são os pichadores. Os hackers constroem, os crackers destroem”, diferenciou.
Para Mercadante, “há jovens talentosos que desenvolvem softwares livres e querem mais transparência da administração pública e querem mais acesso às informações. Com esses, temos que dialogar, ter política pública e trabalhar junto. Com os outros, nós vamos combater, prevenir e se nós tivermos um ataque saber se defender e se nós tivermos prejuízo saber estabelecer o serviço imediatamente”, prometeu.
Fonte: Uol

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População de Miguel Alves, funcionários e clientes da agência do Banco do Brasil sentiram-se hoje mais tranquilos e seguros com a presença de um grupo de policiais do GATE na cidade

Publicado em: 08 abril 2011 por Nilo Araújo

Desde que houve o último assalto na agência do Banco do Brasil no município de Miguel Alves, município localizado a 110 Km de Teresina, o atendimento nunca mais foi o mesmo, muita tensão, medo, nervosismo por parte dos funcionários bem com clientes, e população em geral, apenas um,ou dois caixas eletrônicos estavam funcionando, ou as vezes nenhum,  causando uma grande fila, tumulto, dentro e fora do banco.Houve até mesmo comentários  que devido a esta onda de assalto ao Banco do Brasil a agência ia fechar, E noticias correndo solto aqui acolá  na cidade de algo suspeito a um novo assalto.

E hoje, a população e todos funcionários sentiram-se mais seguros com a presença dos policiais do GATE na cidade, e que segundo informações de um cabo da Delegacia de Miguel Alves, ficarão temporariamente por aqui, e o mesmo informou a este correspondente, que virão mais policiais para reforçarem a segurança na cidade.

Os caixas eletrônicos hoje já estavam funcionando normalmente, e os clientes não perderam tempo, aproveitando para pagarem as contas e para realizarem saques sem enfrentarem grande filas e com mais segurança.

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Desafios do governo Dilma: inclusão digital

Publicado em: 31 dezembro 2010 por Francisco Antonio

Fonte: Globo.com

O número de pessoas que acessaram a internet no Brasil aumentou em 12 milhões em um ano. Foram 67,9 milhões de brasileiros de 10 anos ou mais que declararam ter usado o recurso em 2009, crescimento de 21,5% em relação ao ano anterior.

Apesar dos avanços, não são poucos os obstáculos no país à inclusão digital, como as desigualdades regionais no acesso e o alto preço da banda larga no país – tarefas pendentes para a gestão da nova presidente, Dilma Rousseff (PT).

Dilma prometeu levar banda larga a 75% do país até 2014, por meio de ação iniciada no governo Luiz Inácio Lula da Silva, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Uma das principais medidas do PNBL é a reativação da estatal Telebrás, para aproveitamento de redes ociosas de fibra ótica da União e venda de conexão barata a provedores associados. O governo quer que as empresas ofereçam conexão de até 512 Kbps por até R$ 35.

Desafios do governo Dilma
27/12 Segurança
28/12 Educação
29/12 Inclusão digital
30/12 Política externa
31/12 Saúde
01/01 Trabalho
02/01 Infraestrutura

No entanto, para Rodrigo Baggio, fundador e diretor-executivo do Comitê para a Democratização da Informática (CDI), não basta proporcionar apenas acesso, mas também capacitação.
“É preciso dar treinamento para que a população utilize a web de forma qualitativa, para também produzir e gerar conhecimento”, afirma.

Desafio que inclui, avalia Baggio, o fortalecimento das lan houses como espaços sociais de educação e troca de experiências, e não apenas de compra e venda de acesso. A estimativa do CDI é que existam 110 mil desses centros no país.

Em 2009, as lan houses foram o segundo local de acesso mais citado pelos internautas no país, com 45% das menções, atrás apenas do domicílio, com 48%, apontou a Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil (TIC Domicílios).

Entre ações que podem ajudar o setor, Baggio cita incentivos fiscais para formalização das lan houses e a derrubada de leis que prejudicam o negócio, como uma norma aprovada em Natal (RN) que proibia a instalação dos centros a menos de 500 metros de escolas.

“É preciso trazer as lan houses para a legalidade. Como um empreendimento ilegal pode captar recursos?”, reforça o coro Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br).

Custo da banda larga
De acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o gasto médio com banda larga no Brasil custava em 2009, proporcionalmente, 4,58% da renda mensal per capita. Na Rússia, por exemplo, esse índice era de 1,68%, e em países desenvolvidos fica em torno de 0,5%, quase dez vezes inferior ao do Brasil.

O Ipea relaciona a baixa densidade do acesso à banda larga no Brasil ao alto preço do serviço, o qual pode ser atribuído a três fatores: baixo nível de competição, elevada carga tributária e baixa renda da população.

As empresas do setor, contudo, contestam as conclusões do Ipea.

Estudo do SindiTelebrasil (sindicato que reúne as operadoras de telefonia) afirma que a principal barreira para o crescimento do acesso no país não é o preço do serviço, mas o preço do computador. O G1 procurou, sem sucesso, ouvir representantes do SindiTelebrasil.

Liberação do Fust
É consenso entre os especialistas consultados pela reportagem que o próximo governo deve trabalhar pela utilização do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) na massificação da internet de banda larga no país.

Cobrado na conta de cada consumidor de serviços de telefonia, o Fust já arrecadou R$ 8,6 bilhões de 2001 a 2009. Como não foi regulamentado e tem poucas possibilidade de uso, vem sendo empregado sistematicamente para compor o superávit primário do governo (economia para pagamento de juros).

“O Fust é um caixa de bilhões de reais que nunca foi usado. Parte irrelevante dos recursos foi usada em ações periféricas e que não tentaram resolver o problema”, afirma Sílvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar).

É preciso discutir um modelo para viabilizar pequenos provedores em localidades distantes”
Alexandre Barbosa
gerente do Cetic.br

Atuação da Telebrás é contestada
Para fazer avançar o PNBL, o governo terá ainda que solucionar um impasse com o setor privado, que questiona a atuação da Telebrás como operadora única do plano. Em novembro, o SindiTelebrasil entrou na Justiça questionando a centralidade da Telebrás no processo, alegando descumprimento de princípios de concorrência.

“A Telebrás já é realidade. É preciso agora discutir um modelo para viabilizar pequenos provedores em localidades distantes”, avalia Alexandre Barbosa, do Cetic.br.

Para Cláudio Prado, presidente do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital, a entrada da Telebrás deve ajudar a baixar os preços da banda larga, a exemplo da queda registrada nos preços de PCs após o início do programa Computador para Todos, do governo federal.

Baggio, do CDI, defende que o governo trabalhe para tornar eficiente a ação da Telebrás. “Para que não se torne mais um ‘cabide de empregos’ e palco para corrupção”, diz.

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